Cesc Fabregas falou sobre a preparação de sua equipe, o Como, para o jogo contra a Udinese. O técnico comentou o estado físico de alguns jogadores e avaliou as atuações de seus atletas durante a parada para as seleções nacionais.
Fabregas afirmou que Ramon e Rodriguez já treinam normalmente, mas que a decisão final sobre eles será tomada no dia do jogo. Sobre Rodriguez, ele disse que o jogador “não está pronto” para uma partida completa no momento.
O treinador mostrou satisfação com o retorno do grupo. “Os resultados do trabalho são visíveis”, declarou. Ele assistiu aos jogos de seus atletas pelas seleções e ficou contente porque a maioria deles teve minutos em campo.
Fabregas destacou o desempenho de alguns nomes. “Gosto que eles mostrem algo diferente com outras equipes e outros técnicos”, explicou. Ele mencionou estar satisfeito com Baturina e Nico Paz, e comentou que Diao voltou da Seleção do Senegal após jogar parte de uma partida para recuperar o ritmo.
Questionado se gosta de algum jogador italiano atualmente, o técnico foi direto. “Obviamente sim. Eles jogam na Juve, na Inter…”, começou. Ele então citou o atacante da Atalanta, Gianluca Scamacca, como exemplo.
“Scamacca obviamente me agrada”, afirmou Fabregas. Ele também disse que sempre gostou de Manuel Locatelli, da Juventus. O treinador ponderou que seria injusto citar apenas dois nomes, pois se os jogadores estão nos grandes clubes é porque são bons.
Contudo, Fabregas fez uma ressalva sobre o mercado. Ele usou Scamacca para ilustrar a dificuldade de contratações. “Você vai lá e pergunta, mas eles querem 40 milhões de euros”, disse, referindo-se ao valor alto que um clube pediria por um jogador desse nível.
Por fim, o técnico falou sobre a gestão das categorias de base do Como. Ele deixou claro que não está dando lições a ninguém, mas focando no projeto do próprio clube para o futuro.
Fabregas elogiou o trabalho de Osian Roberts à frente da Academia. “O objetivo número um é que o maior número possível de jogadores chegue ao time principal no futuro”, explicou.
Ele defendeu um trabalho que comece desde as idades mais baixas. “É assim que se deve começar, por exemplo, no Sub-8, onde meu filho também joga”, comentou. A ideia é fazer os jovens crescerem de maneira diferente, desenvolvendo técnica e personalidade desde cedo para fazer a diferença no longo prazo.
